domingo, 4 de abril de 2010

O CASTELO DE MINHA MÃE (Yves Robert, 1990)

O Castelo de Minha Mãe é continuação de A Glória de Meu Pai (impossível encontrar o DVD, aceito empréstimos), ambos adaptações dos livros auto-biográficos de mesmo nome, do Marcel Pagnol, escritor membro da Academia Francesa de Letras e também dramaturgo e diretor.

Filme doce e ensolarado, daqueles que dá vontade de ser criança mais uma vez (de preferência na França), conta do jeito mais fofo que você possa imaginar a saga de um molecote que se apaixona pelo campo depois de passar as férias em Provence e a partir daí não consegue pensar em outra coisa. Mãe e o pai inventam o diabo pra poder passar os feriados e (depois de muito custo) os finais de semana na casa de campo, e nem vou começar a falar dos artifícios que eles têm que usar, senão acabo com o filme em uma linha.

Em vários pedaços, dá vontade de pedir pro diretor contar mais um pouquinho, mas ainda bem que tem o livro pra gente saber mais da princesinha mean que faz nosso herói se passar por cachorrinho (literalmente, é ótimo!).

O filme é uma doçura sem fim, a fotografia é um amor, as personagens são apaixonantes, as atuações são ótimas, é bem-humorado na hora certa, tristinho no tom e com final de dar frio na barriga. Quanto tempo faz que você não vê um filme assim?

Taí que adoro quando me indicam um filme e o filme é bom! Thierry, merci!

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